Da Caixa de Amelie: As Ferrovias

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Para os historiadores, a maior invenção depois da roda foram as ferrovias. As linhas não apagadas pelo tempo contam um pouco dessa trajetória, iniciada na segunda metade do século XIX no Rio de Janeiro. O maior símbolo dessa época é a Central do Brasil, cartão postal conhecido pelo prédio e principalmente pelo grande relógio da estação

Da Inglaterra veio a tecnologia para a construção das ferrovias. Após a revolução industrial, nasceram lá as avós das Marias-Fumaças.

No país de tantas tradições, a do trem está preservada. Para o transporte de minério, o país dominou a tecnologia do ferro e construiu as primeiras locomotivas. Em 1804, a engenhoca rebocou 10 toneladas! A máquina de Richard Trevithick desbravou os trilhos do pioneirismo. Mas o protótipo comercial de todas foi “The Rocket”, o foguete. Decolou para a história a 22 km/h. A primeira máquina a correr como um cavalo.

Entre chegadas e partidas, muitas paisagens e novos horizontes surgiram no Brasil a partir de 1854, quando foi inaugurada a primeira ferrovia do país. Um trecho pequeno, 14 quilômetros, mas um grande passo para o futuro dos transportes – e o marco zero desta história que ainda está de pé: a estação Guia de Pacobaíba. Fiel às origens, é um monumento ao pioneirismo. Depois que o trem partiu daqui, o Brasil nunca mais foi o mesmo.

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