Poema: Massa e Maquinas

Apogeu sem acaso

Massa que sai de seus lares com marmitas em punho

E acredita que o progresso foi tomado por suas mãos…

Obsessivos em aparafusar, lubrificar, liquefazer…

Pasteurizados humanos que se supõe força e poder.

Como chaplins assalariados, labutam seus destinos

Esquecem dos desatinos de horas enfadonhas,

Mortes medonhas, seja da alma, seja pelo estafado viver

Aí está a nova era, aí está o moderno, aí está seu fenecer.

Continuem, lutem nesse inferno de engrenagens

Criem sindicatos na vã esperança de se proteger

Nada há de mudar entre submissos e tiranos

Só nomenclaturas e vocês só…humanos!

Mas seguirão na jornada que os jornais em suas manchetes

Insistem em divulgar: mudou o mundo!

E na volta aos seus lares imundos

Verão afinal, que a revolução industrial é sua peste.

Mudou, claro a vida é outra, mas o sinistro os persegue

Patrões serão os seus feitores, salários seus algozes

Vocês, classe operária que manejam…

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